sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Conservar, renovar e mudar

Já esperava a divergência de opiniões sobre a importância do Ano Novo. Para mim, Natal é época de agradecer e Ano Novo é ocasião de fazer um balanço do ano e planejar o próximo. Descobri que tem gente que odeia o réveillon. Outros acham que é um dia como outro qualquer, sem motivo especial para comemorar ou fazer planos. Respeito todas opiniões. Cada um tem seus valores, hábitos, rituais, especialmente em se tratando de Ano Novo.
Não odeio o réveillon, nem gosto de chamar assim. Prefiro nosso português claro: ANO NOVO. Réveillon para mim não tem sentido porque só quer dizer “festa com baile e ceia na véspera do ano-bom” (Dicionário Aurélio). Ano Novo representa muito mais do que isso!
Já fui a várias festas maravilhosas nesse dia. Já viajei muito. Já fiquei em casa. Já passei somente com a família ou só com amigos. Já fiz questão de usar roupa branca. Hoje eu dispenso. No ano em que o Henrique nasceu, achei melhor ficar dormindo... Algumas vezes sai para comemorar e voltei antes da meia-noite. Já fiz ceia. Já fiz almoço. Já acabou até em pizza! Atualmente, prefiro um lugar calmo e familiar, de preferência com crianças para o Henrique brincar. Roberta e Guilherme, obrigada pelo convite!
Mas confesso que o Ano Novo tem um sentido muito especial para mim que transcende a festa, a ceia, a roupa branca. Ano Novo encerra um ciclo e começa outro. Sempre relembro como foi o ano e planejo o próximo. Se o ano foi bom ou difícil, não importa. Sempre pode melhorar. Nunca penso que ele pode ser pior. E mentalizo tudo para que isso ocorra. Oro bastante, agradeço e coloco na minha mente e no meu coração o que pretendo para o ano seguinte. Algumas vezes até escrevi no papel e confesso que atingi mais as metas quando elas estavam escritas.
Se consigo cumprir tudo o que planejo para o ano? Lógico que não! Mas se eu não fizesse nenhum plano, seria bem mais difícil de cumprir. Planejar é uma forma de ter algum foco, um objetivo, uma esperança, um sonho. Não que todos os dias do ano não deveríamos fazer isso, mas o Ano Novo é especial. É a fase de maior esperança e otimismo que se inicia no Natal e continua no início do ano.
Sou assim. Começo o ano querendo conservar várias coisas, mas sempre acho que posso melhorar. Por exemplo, esse ano conservei minhas amizades. Mas não o suficiente. Gostaria de ter encontrado meus amigos mais vezes, assim como a família que mora longe. Então, essa é uma das minhas metas para 2012.
Outras coisas precisam mesmo ser renovadas. A vaidade e a saúde, por exemplo. Comecei o ano com planos de dieta e exercícios. Nada mudou, mas ainda dá tempo. Compromisso que já estou cumprindo desde o final do ano é cuidar um pouco mais da aparência. Maquiagem leve todos os dias. Nossa, com as pessoas notam! E quero renovar várias outras coisas!
Sobre as mudanças, serão necessárias e bem-vindas. Às vezes pegam a gente de surpresa, outras são planejadas. As mudanças pode causar muita expectativa e ansiedade. Podem até causar um pouco de receio. O novo assusta. Sempre faço assim, por que vou mudar ? Estou acostumada com isso, e agora?
Sem mudança não há progresso. Sem progresso não há comemoração. Sem comemoração não há alegria. Sem alegria a vida fica sem sentido.
Estou com muitos planos para 2012! Quero conservar, renovar e mudar. E vocês?

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Ano Novo, Vida Nova

Contagem regressiva para 2012. Tempo de agradecer pelo ano que passou e renovar a esperança de que começará um ano muito melhor. Para isso, o Ano Novo dependerá principalmente da sua motivação e das suas atitudes. Sem dúvida, ele será muito melhor se você o desejar com esperança, otimismo e objetivos.
Nesta época, gosto de fazer um balanço. O que consegui realizar em 2011? Tenho motivos para comemorar e me orgulhar? Alcancei a maior parte dos meus objetivos? Poderia ter me esforçado mais em algumas áreas?
Faço uma reflexão e penso no que eu gostaria de mudar. Preciso me planejar e me organizar mais? Preciso economizar e organizar a vida financeira? Preciso estudar ou trabalhar mais (ou menos)? Gostaria de dar mais atenção à minha família e aos meus amigos? Vou me dedicar a um novo projeto ou vou tentar melhorar o meu atual?
Esse é um passo muito importante para que a gente não fique esperando a felicidade e o sucesso caírem do céu. Afinal, eles são consequências das nossas atitudes.
Por isso, melhor do que fazer simpatias é estabelecer metas. Faça uma lista de objetivos para você mesmo cumprir. E, principalmente, peça uma ajuda divina. Melhor do que pedir os resultados, é pedir os instrumentos para atingi-los.
Não peça dinheiro. Peça trabalho e reconhecimento. E faça a sua parte. Batalhe por eles.
Se estiver estudando, peça concentração, sabedoria, orientação. O resto virá como consequência.
Peça para Deus colocar no seu caminho pessoas confiáveis, bons trabalhos, amigos fiéis. Que Ele afaste também o ódio, a inveja e a cobiça alheios (nesse ponto, gosto das simpatias).
Não peça um bem específico. Peça para Deus colocar na sua vida somente aquilo que você merece e precisa verdadeiramente.
Peça que Ele conserve seu amor, cuide do seu lar, fortaleça e proteja sua família.
Um único pedido é indispensável: SAÚDE. Só disso que realmente a gente precisa para conseguir o resto. E, também nesse ponto, faça a sua parte. Cuide da sua saúde, do corpo e da alma. Além de hábitos saudáveis, cultive bons pensamentos e bons sentimentos.
Sonhe. Lute. Realize. Ano Novo, vida nova! Depende somente de você.
FELIZ ANO NOVO!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Papai Noel: cultivar ou não o sonho das crianças?



Quando criança, eu não era fascinada pelo Papai Noel, mas, por algum tempo, lógico que eu acreditava que ele existisse. Escrevia as cartinhas e ficava esperando o meu presente no Natal. Ninguém me contou que o Papai Noel não existia. Simplesmente, um dia encontrei a minha cartinha no armário da minha mãe. Foi quando “caiu a ficha”. Não precisei perguntar para ninguém. Conclui que se a minha cartinha estava no armário da minha mãe era porque o Papai Noel não existia.
Muitos pais não alimentam o sonho e já contam, desde cedo, que Papai Noel não existe. Acham que Papai Noel é invenção do comércio para lucrar no final do ano. Não penso assim.
Natal não se resume a presentes e Papai Noel, mas não vejo mal algum em cultivar o sonho nas crianças. Como é bom sonhar! Que graça teria se todas as crianças já pensassem como adultos e soubessem das verdades da vida, por mais duras que elas possam ser? Criança não tem que pensar como adulto.
Como é bom recordar o tempo em que acreditávamos no Papai Noel. Cada um tem uma história especial. A minha história é a dos meus sobrinhos gêmeos. Eles estavam esperando o Papai Noel chegar até que tiveram uma brilhante ideia. Pensaram que o bom velhinho deveria ficar com fome na noite de Natal porque trabalhava muito. Fizeram questão de preparar um lanche para o Papai Noel descansar um pouco e recuperar a energia. O que eles mais gostavam de comer era misto quente e leite com Nescau.  Então, minha irmã fez o lanche para o Papai Noel e deixou do lado da árvore de Natal. Na manhã seguinte, eles correram até a árvore e viram o prato e o copo vazios. Que alegria! “Viu, mãe, a gente disse que o Papai Noel ficaria com fome!” Acho que a felicidade foi até maior do que a de receber os presentes. Eles se sentiram importantes porque fizeram um agrado ao Papai Noel.
Aquela minha amiga que explicou para o filho sobre o aniversário de Jesus, me contou também outra história sobre o Papai Noel. Ela é muito religiosa, mas faz questão de alimentar o sonho do Papai Noel. Quando criança, ela era pobre e não ganhava presente. Mas ela acreditava que o Papai Noel não vinha porque a casa dela não tinha chaminé. Quando ela cresceu, quis alimentar o sonho nos filhos. Alguém disse ao filho mais novo que Papai Noel não existia. Triste, ele foi confirmar com ela a notícia: “É verdade, mãe, que Papai Noel não existe?” Sábia, novamente, ela encontrou uma brilhante saída: “Lógico que existe! Bom, o Papai Noel mesmo, o primeiro, já morreu porque ele ficou muito velhinho. Mas Papai Noel é como um posto. Quando um morre, outro assume, assim como acontece com o Papa, os padres ou os pastores das Igrejas. A Fábrica do Papai Noel sempre vai existir”. Já o mais velho, com 18 anos, certamente já descobriu a verdade sozinho. Mas todo ano ela continua perguntando o que ele quer pedir ao Papai Noel.
Infelizmente, contei à minha irmã mais nova que o Papai Noel não existia. Como me arrependo! Eu era criança e não tinha a compreensão que estava destruindo um sonho... Ela me perdoou e conta com humor o dia da revelação. Mas não consigo me perdoar. Hoje, penso que deve ser assim: cada um que perceba por si só que Papai Noel não existe. A verdade aparece no devido tempo!

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O verdadeiro sentido do Natal

 
Não sabemos qual foi o dia do ano em que Jesus nasceu. Certamente não foi no dia 25 de dezembro, mas esta data foi escolhida para celebrar o seu nascimento.
Uma amiga me contou que o filho, triste com o comentário de uma pessoa que não comemora a data, perguntou-lhe a razão de celebrar o Natal se não sabemos o dia do nascimento de Jesus. Muito sábia, ela lhe disse: “Se a gente encontrasse uma criança abandonada na rua e não soubéssemos o dia em que ela nasceu, não deixaríamos que ela ficasse sem data para comemorar seu aniversário. Então, a gente escolheria uma data para representar o dia do seu nascimento. Todo ano, então, ela teria seu aniversário, assim como acontece com Jesus”.
Esse é o sentido do Natal. Não interessa o dia, mas o Natal representa a luz, a esperança e a paz que Jesus nos trouxe. Por isso, nesta data queremos agradecer e dividir nossos sentimentos. Seja uma mensagem, um presente ou um encontro, o que importa é expressar nossa gratidão e compartilhar nossa felicidade com as pessoas queridas.
Todo ano o Menino Jesus deve nascer no coração das pessoas para renovar Sua vida que habita dentro de nós. Todos os dias devemos convidar Jesus a permanecer no nosso coração e no nosso lar, mas o dia 25 de dezembro é especial porque estamos falando diretamente com o Menino. E o Menino é ainda mais puro. É a promessa da vida e da esperança. 
Natal para mim sempre é agradecimento. Agradeço pelo ano que passou, independentemente de ter sido bom ou ruim. Se o ano foi bom, agradeço todas as bênçãos recebidas e peço para que elas continuem no ano seguinte. Se foi difícil, peço para que o Menino Jesus me fortaleça diante dos problemas e permaneça comigo para me ajudar a enfrentá-los.
Triste mesmo foi ter perdido dois tios queridos, um no dia 08, outro no dia 25 de dezembro, que, até hoje, deixam muitas saudades. Mas se Deus quis que eles partissem nestas datas é porque quis recebê-los em festa.
Natal para mim é sonho, alegria, gratidão e esperança!
Desejo a todos amigos, familiares e leitores um Natal muito abençoado ao lado de suas famílias. Se a família se divide no Natal em lugares diferentes, ainda assim a data é especial. Os sentimentos do Natal devem nascer no coração de cada um. Renove a paz, a harmonia, o amor e a esperança do Natal!
 
 

sábado, 26 de novembro de 2011

Minha casa, minha vida

Meu objetivo não é falar sobre Política. Mas gostei muito do nome escolhido pelo Governo Federal para esse programa habitacional. Expressa muito bem o sentimento dos brasileiros quando o assunto é a casa própria. Todo brasileiro luta para realizar esse sonho. Acredito que todo mundo pode conseguir realizá-lo. Com planejamento, economia e união de forças, principalmente quando há um casal que luta na mesma direção, esse sonho é possível. 
Mas quero falar de casa em um sentido mais geral, que é o do nosso lar. Não importa se é próprio, alugado ou emprestado. É o lugar que a gente mora, cuida, ama e valoriza. É o lugar onde somos o que somos, com uma liberdade que só existe lá. Não importa se é pequeno ou grande, novo ou velho, arrumado ou bagunçado. É o melhor lugar do mundo sempre!
Quem tem a sua casa e, por algum motivo, já precisou sair dela, entende bem o que estou falando. A gente sente tanta falta que parece que perde um pouco a identidade. Um pouco de você fica lá na sua casa esperando a sua volta.
Foi o que aconteceu comigo nesses últimos meses. Sai da minha casa para uma reforma, mas parte de mim ficou lá. E por mais que eu tenha sido muito bem acolhida pela minha família, eu estava contando os dias para voltar para casa. No final, eu nem queria que ficasse boa a reforma. Queria que acabasse logo, de qualquer jeito, só para voltar para minha casa. 
Quando decidimos fazer uma reforma, sabemos que não vai ser fácil. Se você decidiu reformar ou construir, pode ter certeza que várias coisas vão sair do seu controle e do seu planejamento. Decidiu gastar X, pode ter certeza que gastará XX. Planejou que durará 1 mês, provavelmente levará, no mínimo, 2 meses. Pensou em renovar algo, claro que resolverá trocar quase tudo. Considerou a hipótese de que pode dar algo errado, pode esperar uma infinidade de problemas no decorrer do caminho. Você terá que fazer e refazer até tudo ficar mais ou menos conforme você esperava. E certeza que não ficará completamente perfeito, porque no meio do caminho você precisa improvisar e conformar-se com a falibilidade humana. O maior problema, sem dúvida, sempre será a mão de obra. Não conheço uma pessoa nesse mundo que nunca teve dor de cabeça com pedreiro, marceneiro, eletricista e pintor. Se eles não resolverem te abandonar no meio da obra, considere-se um afortunado, pois isso aconteceu conosco.
Mas superados todos esses obstáculos, sabemos que vale a pena ter o gosto de melhorar o nosso cantinho. Por um momento até nos arrependemos de ter começado essa maratona. Depois olhamos tudo pronto, bonito e novinho, e agradecemos.  Agradecemos a Deus pela oportunidade, à família que nos acolheu, aos profissionais que concretizaram nosso sonho (principalmente àqueles que consertaram o que os outros fizeram errado) e, também, a nós mesmos porque sobrevivemos a tudo isso.  
Depois de muito estresse e vários problemas, estamos voltando para casa com muita alegria! Já fazem algumas semanas que estávamos anunciando o fim. Fomos adiando uma, duas, três semanas, mas agora estamos mesmo de volta!
O Henrique ficou tão feliz fora de casa que não quer voltar para ela. Ele amou tanto passar esses dias cheios de companhia, amor, brincadeiras e "cocoiate" que nem quer voltar. Precisei contar que havia uma surpresa no quarto dele. "É cocoiate, mamãe?" Não. "É jujuba, mamãe?" Não, não é nada de comer! "Tá bom, mas depois eu queio a casa da vovó e da Didi!" Posso com isso?
Voltamos para casa, olhei bem, pensei e percebi que, aos meus olhos, ficou sim tudo perfeito! Afinal, é a minha casa, minha vida!

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

A história do pinheirinho de Natal


O Henrique está no clima do Natal, assim como eu. Todos os dias pede para a gente cantar algumas músicas do Natal e do Papai Noel. Outro dia, a Didi encontrou essa linda história do Pinheirinho de Natal. O Henrique adorou e pediu para ouvir várias vezes. Como ele está super tagarela, repetia algumas palavras e encenava com as mãozinhas alguns trechos da história. Parece que entendeu tudo e ficou muito emocionado. Uma graça!
Acho muito importante explicar para as crianças o verdadeiro sentido do Natal. Muitas somente esperam ganhar os presentes. Lembram-se do Papai Noel, e esquecem do Menino Jesus, que é o homenageado.
Essa história traz uma mensagem muito bonita sobre a humildade e nos mostra que todo mundo tem algo a oferecer! Uma lenda muito emocionante sobre a tradição de enfeitar o pinheiro de Natal: presente das estrelas e do pinheirinho ao Menino Jesus!

Quando o Menino Jesus nasceu, todas as pessoas ficaram alegres. 
Crianças, homens e mulheres vinham vê-lo, trazendo presentes pobres e ricos. 
Perto do estábulo, onde dormia o Menino Jesus, num berço de palha,
havia três árvores: uma palmeira, uma oliveira e um pinheiro.
Vendo aquela gente que ia e voltava, passando embaixo dos seus galhos, 
as três árvores quiseram também dar alguma coisa ao Menino Jesus. 
- Eu vou dar a minha palma maior e mais bela para que ela abane docemente o Bebê - disse a palmeira. 
- Eu vou apertar as minhas olivas, o óleo servirá para amaciar os seus pezinhos - disse a oliveira. 
- E eu? Que posso dar? - perguntou o pinheirinho. 
- Você? - responderam as outras. 
- Você não tem nada para dar! Suas agulhas pontudas poderiam picar o Menino Jesus.
O pobre pinheirinho sentiu-se muito infeliz e respondeu tristemente: 
- É mesmo. Vocês têm razão. Nada tenho para oferecer. 
Um anjo que estava ali perto, escutou a conversa e teve pena do pinheirinho, tão humilde, tão triste, que nada podia fazer porque nada possuia. 
Lá no céu as estrelinhas começavam a brilhar. 
O lindo anjinho olhou para o alto e chamou-as. 
No mesmo instante elas desceram com boa vontade e foram colocar-se sobre os ramos do modesto pinheirinho que ficou iluminado! 
Lá no bercinho, dentro do estábulo, os olhos do Menino Jesus brilharam ao ver aquela árvore tão linda! 
É por isso que as pessoas, até hoje, enfeitam com luzes o pinheiro, no tempo do Natal!


Confiram no YouTube a versão animada com as vozes dos personagens que o Henrique adorou:





Garanto que as crianças vão adorar esse video! 


(se o video travar no final basta voltar um pouco o cursor para continuar)

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Papai Noel procura padrinhos


Hoje houve o lançamento da Campanha Papai Noel dos Correios 2011, que é uma das principais campanhas natalinas de inclusão social do País. Realizada há 22 anos, representa o resultado da solidariedade brasileira.
Desde 2010, a Campanha Papai Noel dos Correios foi vinculada a um dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, estabelecidos pela Organização das Nações Unidas (ONU), denominado “Educação básica de qualidade para todos”. Dessa forma, na maioria dos Estados, além das cartinhas oriundas de crianças da sociedade, são recebidas cartinhas de crianças de escolas, abrigos, creches e núcleos sócio-educativos. Desenvolver a habilidade da redação de carta, de como endereçar, do uso do CEP e do selo postal são ações trabalhadas com as crianças.
O principal objetivo da campanha é responder às crianças que escrevem ao Papai Noel e atender, sempre que possível, aos pedidos de presentes de Natal das que se encontram em situação de vulnerabilidade social.
O principal benefício que o Papai Noel dos Correios proporciona à sociedade é a disseminação em todo país dos valores natalinos como amor ao próximo, solidariedade e felicidade. A união dos empregados dos Correios e da sociedade brasileira em torno da realização dos sonhos infantis é a maior contribuição social da campanha.
A campanha conta com a participação dos ajudantes e dos padrinhos. Os ajudantes são os empregados dos Correios ou pessoas dispostas a colaborar com a leitura e triagem das cartas. Os padrinhos são pessoas, empresas ou entidades interessadas em adotar as cartas, ou seja, presentear as crianças com seus pedidos de Natal.
Tenho muito orgulho de dizer que no meu trabalho existe um Programa Socioambiental que, dentre outros projetos, convidou os servidores a participarem desta importante Campanha dos Correios. Recebemos as cartinhas dos meninos e meninas de uma escola rural do Gama, cidade satélite carente aqui do Distrito Federal. Ótima notícia: até o dia 23 de novembro, TODAS as cartinhas da escola rural do Gama foram adotadas pelos funcionários! A nossa campanha foi um sucesso! Fui adotar uma e me emocionei tanto com as cartinhas que adotei quatro. A maior parte dos pedidos é bem simples, carrinho de controle remoto, bola de futebol, Barbie,... Custam pouco para nós, mas representam a realização de um sonho.
Então, vamos ajudar a disseminar o espírito natalino e contribuir nessa rede de solidariedade? Adote uma cartinha e ajude o Papai Noel a realizar sonhos de crianças em todo o País!
Acesse AQUI o site da campanha para saber mais. Descubra AQUI o cronograma e pontos de apadrinhamento pelo Brasil.